Ludibriado por uma fragilidade aparente, enlouquecia ao esboçar de um sorriso. Adoeceu por um romance forçado. Talvez o medo do sentimento de perda tenha feito com que recebesse um sim, ao por todas as cartas na mesa em um pedido de casamento.
Alguns anos se passaram e esse romance esquisito se dava por papéis, gravações e presentes que percorriam o mundo à procura da dona. Até que um belo dia, o remetente, fez o percurso de seus embrulhos. Dessa vez, o intuito, era finalmente ser presenteado.
Com a data da união marcada, tudo parecia que tinha sido mantido em perfeito estado de harmonia.
Levou o embrulho consigo. Não é sabido ao certo se o desinteresse se deu pela conquista ou se ele já existia e a união maldita ocorreu por puro capricho.
Aquele embrulho tímido, e sem palavras à oferecer na nova língua, se decepcionou a ponto de induzir o estado de coma durante mais de 20 anos.
Foi despertado de suas trevas mentais e agora com mais estranhos à volta luta incessantemente para não mais ser anulado.
É... Parece que houve um retorno ao início da história, agora você está louco de novo, mas não por amor [o qualquer nome que tenha o que sentiu àquela época]. E seu baralho, consumido pelo tempo.
quarta-feira, 30 de abril de 2008
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