Voltando à um passado nem tão distante, tive horas agradáveis pondo tudo em pratos limpos: revendo, vendo e entendendo conceitos.
O foco foi o "eu" e como ele atua em relações amicais.
Meu delírio, causado pela conversa inconscientemente tão buscada, foi cortado pelo início do delírio alheio.
Isso me levou à mais uma prova de egoísmo latente e como uma situação pode ter diversas interpretações.
Se por um lado me odiei por pensar principalmente em mim ao tomar minha decisão, consegui com tal atitude mesquinha encontrar uma das maiores provas de amizade que eu poderia oferecer à alguém.
Essa ambiguidade me atormentou durante o meu solitário caminho de volta e ainda me cutuca.
Sou desmerecedora da gratidão empregada e consciente de que qualquer explicação é inválida.
Por que as pessoas cismam em sentir coisas não correspondentes?
Se fosse traduzir o ontem, o ponto de maior importância já está descrito e foi vivido em sua intensidade plena enquanto conservado em estado de delírio.
Mas posteriormente experimentei a passagem por um ermo caminho mental que tem se
desenvolvido em mim e me peguei, uma vez mais, traçando rotas fisicamente já feitas em busca de um passado atualmente invisível.
Quanto mais essas rotas instintivamente se repetem me tomando de sobressalto em algum momento, mais tenho a impressão de que a imunidade à isso está sendo alcançada.
O foco foi o "eu" e como ele atua em relações amicais.
Meu delírio, causado pela conversa inconscientemente tão buscada, foi cortado pelo início do delírio alheio.
Isso me levou à mais uma prova de egoísmo latente e como uma situação pode ter diversas interpretações.
Se por um lado me odiei por pensar principalmente em mim ao tomar minha decisão, consegui com tal atitude mesquinha encontrar uma das maiores provas de amizade que eu poderia oferecer à alguém.
Essa ambiguidade me atormentou durante o meu solitário caminho de volta e ainda me cutuca.
Sou desmerecedora da gratidão empregada e consciente de que qualquer explicação é inválida.
Por que as pessoas cismam em sentir coisas não correspondentes?
Se fosse traduzir o ontem, o ponto de maior importância já está descrito e foi vivido em sua intensidade plena enquanto conservado em estado de delírio.
Mas posteriormente experimentei a passagem por um ermo caminho mental que tem se
desenvolvido em mim e me peguei, uma vez mais, traçando rotas fisicamente já feitas em busca de um passado atualmente invisível.
Quanto mais essas rotas instintivamente se repetem me tomando de sobressalto em algum momento, mais tenho a impressão de que a imunidade à isso está sendo alcançada.
Nenhum comentário:
Postar um comentário